Novidades no mundo da tecnologia.

Porto-Rico

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Nova velocidade permite baixar 500 filmes em um segundo

Cientistas da Universidade de Londres desenvolveram uma tecnologia que deixa a internet mais rápida. Extremamente mais, na verdade: “Para dar um exemplo, a taxa de dados que nós alcançamos permitiria o download de uma temporada inteira de Game of Thrones em menos de um segundo e em alta definição”, diz o pesquisador Robert Maher.

São usados cabos de fibra ótica, que conseguem atingir a velocidade de 1,1 terabyte por segundo. Isso é 100 mil vezes mais rápido que uma conexão convencional (e já bem veloz) de 10 Mbps.

“Estamos trabalhando com um equipamento sofisticado em nosso laboratório para projetar a próxima geração de redes e sistemas de comunicação que podem lidar com sinais de dados a taxas acima de 1 terabyte por segundo”, diz Maher. As longas horas de espera para que a sua série preferida seja baixada estão contados.

Atualmente, a velocidade impressionante só pode ser atingida em condições de laboratório, mas os pesquisadores já estão trabalhando para que, em breve, o sistema esteja acessível para boa parte da população. A demanda pelo desenvolvimento de uma internet mais rápida nasceu com a explosão dos conteúdos digitais.

No estudo, o transmissor foi conectado diretamente aos aparelhos para atingir a taxa máxima de dados. Em breve, o sistema será testado em transmissões de longa distância, já que os sinais podem ficar distorcidos enquanto viajam por milhares de quilômetros de fibras ópticas.

Fonte: Exame

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Singapura quer levantar prédios usando impressão 3D

São Paulo – Singapura está investindo 150 milhões de dólares em um centro de pesquisa para construção usando impressoras 3D. O laboratório de pesquisas fica na Universidade de Tecnologia de Nanyang, na cidade-estado.

Com o investimento, a escola pretende criar novas impressoras para que seja possível construir blocos que seriam usados para levantar prédios. A ideia é que, com o tempo, construir um prédio seja uma ação parecida com levantar uma torre de peças de Lego.

Os blocos permitiriam um transporte mais simples de materiais para a construção civil.

“A área de moradias tem grandes desafios”, disse o diretor do laboratório, Chua Chee Kai, ao site 3DPrint. “Não existe nenhum tipo de concreto ‘imprimível’ disponível ainda. Teremos que desenvolver tudo desde o início.”

Alguns testes iniciais estão analisando como a técnica poderá ser usada. O novo dormitório da escola foi construído usando blocos. As peças, no entanto, não foram impressas, mas construídas tradicionalmente. Mesmo assim, o experimento serve para dar algumas direções aos cientistas.

A impressão 3D tem sido usada de forma experimental em diversos campos.  A Adidas, por exemplo, foi capaz de imprimir um par de tênis usando como material fonte lixo marítimo. Cientistas têm usado a técnica para impressão de órgãos.

Outros experimentos com construção civil também já foram realizados. A Holanda, por exemplo, quer levantar pontes usando impressão 3D.
Fonte: Exame

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Apple venderá capa recarregadora para iPhones por R$ 800 no Brasil

Vendida pelo equivalente a R$ 400 nos EUA, capinha foi criticada.

A Apple indicou nesta sexta-feira (12) por quanto vai vender em sua loja virtual brasileira a capinha para carregar a bateria de iPhones em até 25 horas de conversação ou 18 horas de navegação no 4G. O acessório, que começou a ser comercializado nos Estados Unidos sem alarde em dezembro do ano passado, vai custar R$ 800 no Brasil.

No site, não há indicação de disponibilidade do produto, e a Apple não informou quando as vendas começarão.

Voltada a iPhones 6 e 6s, a capinha possui duas versões, uma branca e outra cinza. Nos EUA, é vendida por US$ 100 (R$ 400) e, no Reino Unido, por £ 80 (R$ 456).

Até então, as capas com a marca da Apple vendida no Brasil são convencionais. A empresa cobra entre R$ 250 e R$ 370 por elas. Na loja da empresa, porém, há também acessórios carregadores, mas fabricados por outras companhias, como a Mophie. Para estes, os preços ficam entre R$ 800 a R$ 1 mil.

Em dezembro, quando foi lançada em outros países, a capa recarregadora da Apple foi alvo de críticas de internautas, devido ao seu design. A bateria responsável pela carga extra foi posicionada na parte traseira do acessório, o que cria uma protuberância. Para carregar o iPhone, o case possui um conector Lightning.

Outra reclamação foi que a Apple solucionou o problema da bateria de seus celulares com um acessório, e não melhorando os componentes dos aparelhos. O desempenho do iPhone 5s, que funciona em repouso por até 10 dias sem novas recargas, foi mantido nos iPhone 6 e 6s. Nos iPhone 6 plus, essa capacidade foi ampliada para 12 dias, e no 6s plus, para 16 dias.

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Cientistas criam árvore resistente a mudanças climáticas

Santiago do Chile – Distante duas horas de Santiago por estrada, em plena região de O’Higgins, um grupo de cientistas procura criar uma geração de “super árvores” resistentes aos efeitos da mudança climática.

Se este experimento de alcance mundial tiver êxito, as primeiras espécies resistentes poderiam ser comercializadas em 2019.

As “super árvores” estariam preparadas para enfrentar eventos como secas, diminuição do regime pluviométrico e concentração em curtos períodos de tempo de ventos, geadas e tempestades, tudo isso como consequência do aquecimento global.

Os estragos da mudança climática na produtividade frutícola se associam fundamentalmente com manifestações do chamado “estresse abiótico”, como as inundações, as geadas e os “solos ácidos”.

Além disso, os especialistas preveem que para 2050, terá ocorrido uma drástica diminuição dos recursos hídricos, com o conseguinte prejuízo para a agricultura.

Com a mente voltada em reverter esta situação, os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Fruticultura (CEAF) do Chile trabalham desde 2009 no desenvolvimento de espécies de árvores frutíferas que sejam resistentes às inclemências.

“Estamos centrados em trabalhar as raízes, o programa está focado em obter novos materiais vegetais para os porta-enxertos”, explica à Agência Efe Felipe Gaínza, diretor da linha de Melhoramento Genético do CEAF.

O enxerto é um método de propagação vegetativa artificial dos vegetais no qual uma porção de tecido, procedente de uma planta, se une sobre outra já assentada, de tal modo que o conjunto de ambos cresça como um só organismo.

Os cientistas trabalham no desenvolvimento de novos porta-enxertos “que sejam uma alternativa aos que são utilizados comumente, que geneticamente estão obsoletos”, detalha Gaínza.

Só na região chilena de O’Higgins, onde opera o Centro de Estudos Avançados em Fruticultura, existem 25.684 hectares dedicados ao cultivo de pêssegos (pêssegos), nectarinas e cerejas, o que representa a metade da superfície dedicada no Chile a estes cultivos.

Estas árvores de frutas com caroço em seu interior são as espécies com as quais os cientistas chilenos estão trabalhando para fazê-las mais resistentes ou tolerantes a condições meteorológicas adversas.

Para isso, os pesquisadores efetuam análise em nível molecular com o objetivo de observar como se expressam alguns genes perante estes problemas, afirma à Efe o diretor interino do CEAF, Mauricio Ortiz.

Estes estudos são realizados em nível fisiológico para determinar “que mudanças são geradas dentro da planta”; em nível anatômico, “para ver as adaptações que gera a planta frente às mudanças, e em nível de campo, “para observar como se comporta em seu ambiente natural”, apontou o especialista.

Em 2011, os cientistas iniciaram o cruzamento de nove seleções de porta-enxertos de caroços de fruta a fim de fazê-los mais tolerantes às condições extremas.

“Por exemplo, no híbrido entre uma pessegueira e uma amendoeira, esta última apresenta a resistência à seca e tolerância aos nemátodos, um parasita do solo que afeta as raízes”, explica Ortiz.

Outra espécie com as quais foi cruzada a pessegueira é a ameixa, que outorga maior resistência às inundações e cria um fruto que tolera as condições ambientais adversas.

Os pesquisadores utilizam técnicas de biotecnologia para clonar os genes das plantas mais resistentes e tolerantes através de seu DNA e assim desenvolver ferramentas moleculares que ajudam a selecionar cedo os porta-enxertos desenvolvidos pelo CEAF.

Quando começou a fruticultura no Chile, lembra o presidente da Associação de Produtores e Exportadores da região de O’Higgins, Francisco Duboy, “foram trazidas as plantas desde a Califórnia, porque esse estado possui um clima similar ao da zona central do Chile”.

“Mas não se pensou na pós-colheita”, acrescenta Duboy, e por isso agora se trabalha na criação de árvores clones que se adaptem às mudanças climáticas bruscos e que também resistam os longos mudanças durante a exportação”.

Fonte: Exame

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iPhone tem teclado secreto com mais de 100 emoticons

Em algum momento de sua passagem pela grandiosa rede mundial de computadores, é bem provável que você tenha esbarrado em emoticons japoneses. Eles são usados aos montes na internet, e usam caracteres da língua oriental para formar rostos (como na imagem acima).

Um dos grandes problemas desses ícones (chamados Kaomoji) é ter que encontrá-los pela internet. Existem até alguns aplicativos que procuram deixar isso mais prático, como o autoexplicativo Japanese Emoticons. Eis que, você nem precisa baixar nada para ter acesso a um estoque gigantesco de rostinhos no seu iPhone. Já está tudo nele.

Para acessar esse acervo, basta mudar algumas funções do celular. Primeiro vá ao app “Ajustes”, clique em “Geral”, selecione “Teclado”, depois “Teclados” e “Adicionar novos teclados”, aí é só selecionar a língua que contém os caracteres, o Japonês Kana.

Depois de configurar, vá à qualquer área em que é possível digitar, para o teclado abrir. O WhatsApp, por exemplo. Clique no ícone de globo, localizado no canto esquerdo posterior, e procure o desenho “^-^”. Voilà: pode encher os amiguinhos com os desenhos.

O desafio agora, é não parecer metido com o pessoal que não conseguiu habilitar o recurso. Boa sorte.

Fonte: Exame

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Este site simula o sistema Windows 95 no seu navegador

São Paulo – O sistema operacional Windows 95 foi um dos mais importantes para a Microsoft  nos anos 1990. Mas computadores com esse software já são raridade atualmente e muitas pessoas sequer tiveram contato com ele.

Quem quiser ter a experiência de usar um PC de última geração de 1995 pode acessar o site do projeto de Andrea Faulds, uma desenvolvedora escocesa de 19 anos, que adaptou o Windows 95 para funcionar em navegadores de internet de computadores atuais.

Não é necessário instalar nada na sua máquina, já que todo o sistema é executado em JavaScript, uma linguagem que pode ser interpretada por browsers. Ao entrar na página, basta clicar no botão “start”.

Ao rodar o Windows 95, você pode jogar Paciência (ele será encontrado como “Solitaire”, seu nome em inglês) ou mesmo se aventurar em linhas de comando no DOS.

Faça o teste dessa versão do Windows 95 no seu computador neste site – que não requer cadastro.

Fonte: Exame

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Apple regista domínio Apple.car e Google faz o mesmo de seguida

applecar
No final de 2015 a Apple registou vários domínios relacionados à industria automóvel, dando assim a confirmação de que planeia também investir no novo mercado dos carros “sem condutor”.

Tal como foi noticiado pelo site MacRumors, a Apple efetuou o registo dos domínios apple.car, apple.cars e apple.auto. Todos os três domínios foram registados durante o mês de Dezembro e podem ser confirmados através do site whois.domaintools.com.

Vários rumores ao longo dos últimos meses indicam que a Apple tem centenas de empregados a trabalhar no Project Titan, realçando também o fato da gigante apple ter contratado vários especialistas do ramo automobilístico.

Apesar de todo o entusiasmo gerado a partir do registo destes domínios, não nos podemos esquecer que os mesmos poderão estar relacionados com outros produtos da Apple relacionados com o mercado automóvel como por exemplo o Apple CarPlay.

GOOGLE CAR

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Hacker deixa cidade sem luz usando um documento do Office

hacker

Ataque: Especialistas em segurança afirmam que malware usado é altamente destrutivo

São Paulo – Um ataque hacker causou um blecaute que atingiu metade da cidade histórica Ivano-Frankivsk, na Ucrânia, em 23 de dezembro.

Um malware altamente destrutivo teria sido colocado em três centros de distribuição de energia elétrica, deixando centenas de milhares de pessoas sem luz.

Pesquisadores da empresa de segurança iSight Partners afirmaram que conseguiram amostras do código malicioso que causou o blecaute na Ucrânia.

“Isso é um marco porque nós já vimos ataques com eventos destrutivos no setor de energia – empresas de óleo, por exemplo –, mas nunca tínhamos visto um evento que tenha causado um blecaute”, afirmou John Hulquist, chefe de inteligência de ciberespionagem na iSight, em entrevista ao Ars Technica.

BlackEnergy

A Eset identificou em 2007 um malware chamado BlackEnergy, que pode impedir computadores infectados de ligar. Recentemente atualizada, essa ameaça pode destruir partes importantes do hardware do aparelho no qual se instala – um recurso chamado KillDisk – e ainda criar um acesso permanente (backdoor SSH) às máquinas infectadas. A Eset confirmou que os centros de distribuição de energia da Ucrânia foram afetados por esse malware.

De acordo com a empresa de segurança, o malware foi implementado por meio de macros, recursos que executam automaticamente tarefas repetitivas, de documentos do Microsoft Office – apesar de a Microsoft oferecer recursos de segurança para o seu pacote de produtividade. Ou seja: um documento enviado a um funcionário de um dos centros de distribuição pode ter sido o motivo do blecaute.

Segundo a Computer World, o BlackEnergy já foi usado para a espionagem no passado e, em novembro, a equipe de resposta a emergências computacionais da Ucrânia (CERT-UA) informou que diversas organizações de mídia foram afetadas pelo malware, que levou a perda de dados, como 4.000 registros em texto e vídeo. A Eset oferece mais detalhes sobre o malware aqui.

As autoridades ucranianas ainda investigam o caso do blecaute do último dia 23.

Fonte: Exame

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Da Vinci o Médico robô

. O da Vinci robô cirúrgico Image: Intuitive Surgical Systems

A idéia tecnológica nascida na ficção científica é uma resposta promissora para as realidades desafiadoras de cuidados de saúde modernos.

Com menos médicos para atender às crescentes necessidades de cuidados de saúde dos nossos envelhecimento da população, os hospitais e sistemas de saúde estão investindo em sistemas robóticos para cirurgia e telemedicina que aumentam a sua capacidade de paciente e alcance geográfico.Máquinas como o Sistema Cirúrgico da Vinci (Sistemas Intuitive Surgical, Sunnyvale, CA) ea presença robô RP-7i remoto médica (InTouch Health, Santa Barbara, CA) conectar os pacientes que precisam de cuidados especializados com os médicos que podem ajudá-los – mesmo que são um oceano de distância.

Em 1942 popular, história de ficção científica de Robert A. Heinlein “Waldo”, um homem com deficiência física, mas dotado mecanicamente constrói um conjunto de “mãos” automatizados que lhe deram humano super-força e destreza. Waldo Farthingwaite-Jones poderia controlar sua Synchronous reduplicado pantógrafo para duplicar seus movimentos de mão exatas em inúmeras aplicações, em seguida,-fictícias, incluindo-nível celular microcirurgia.

Mas a ficção logo colidiu com a realidade em que a indústria nuclear inventou um gadget real, apelidado de Waldo, para a manipulação segura de materiais radioactivos de um local remoto, e uma nova indústria nasceu.

Setenta anos depois, os robôs médicos ainda são uma tecnologia emergente. Mas forças como a reforma dos cuidados de saúde, a falta de médicos e enfermeiros, e os custos exorbitantes de cuidados hospitalares estão dirigindo sua aceitação como nunca antes.

Robo-cirurgião

Mas é muito mais do que poupar dinheiro. Os defensores da cirurgia robótica, por exemplo, afirmam que o da Vinci robô cirúrgico alcança resultados significativamente melhores do que qualquer radiação ou cirurgia tradicional em processos delicados, como a prostatectomia radical para câncer de próstata. Eles dizem que a cirurgia robótica pode remover o tecido canceroso mais com menos interrupção das terminações nervosas adjacentes do que outros métodos, ajudando a reduzir a recorrência do câncer e manter a função sexual. É por isso que cerca de 85% dos homens submetidos a cirurgia de câncer de próstata estão escolhendo centros médicos que oferecem a cirurgia robótica.

Introduzido em 1999, o sistema da Vinci continua a ser o sistema robótico padrão para operações complexas em cirurgias cardíacas, colorretal, ginecológicas, torácicas, urológicas, e de cabeça e pescoço. Os EUA Food & Drug Administration continua a aprovar a sua utilização em aplicações cirúrgicas adicionais.

“Desde o primeiro dia, quando me sentei naquele console robótico, eu sabia que daria aos pacientes um resultado melhor”, disse Florida cirurgião Vipul Patel em um New York Times entrevista. “Eu não vi ninguém que tenha feito uma boa quantidade de cirurgia robótica voltar (com os métodos tradicionais)”, disse ele.

bracos-roboticosOs braços robóticos que compõem o robô da Vinci.Imagem: Intuitive Surgical Systems

As entranhas do sistema incluem quatro braços robóticos, um sistema de visualização 3-D de alta definição com até 10x, e uma nova família de instrumentos especializados com tecnologia intuitiva de Surgical proprietário “EndoWrist”. Dispositivos tradicionais, como pinças, bisturis, afastadores, e drivers de sutura foram reinventados para a idade robótico, com sete graus de liberdade, uma grande amplitude de movimento, e menos risco de tremores cirurgião de mão.

Tecnologias robóticas e de computador do sistema trabalhar juntos para escalar, filtrar e traduzir os movimentos das mãos do cirurgião em micro-movimentos que orientam os instrumentos, não ao contrário do Waldo de ficção científica. Sentado em um console de visualização e controle localizado em ou próximo a sala de cirurgia, o cirurgião utiliza controles de mão para manipular instrumentos cirúrgicos através de pequenas incisões.Os instrumentos se movem como marionetes de alta precisão com cada movimento da mão, punho ou a mão do cirurgião.
cirurgia robotica
Detalhe do robô da Vinci. Image: Intuitive Surgical Systems

A cirurgia robótica tem seus críticos, especialmente entre aqueles preocupados com o seu custo relativamente elevado e a preocupação de que os hospitais vão over-hype da tecnologia para atrair pacientes e recuperar seus investimentos.

Catherine Mohr, diretor de pesquisa médica em Intuitive Surgical, reconheceu que um sistema típico “vai custar tanto quanto um cirurgião ouro maciço. É um investimento de capital relativamente grande, mas uma vez que você tem isso, seus custos de procedimento não descer . “

Para Mohr, os próximos desafios na cirurgia robótica estão a fazer a técnica mais rápida e mais fácil de usar em operações mais complexas, o que é fundamental para a sua eventual rotina, o uso rentável. Ela disse que está trabalhando com projetos de protótipos que eliminam a necessidade de mover o robô para alcançar outras áreas do corpo e adicionar novos recursos de visualização que “ver além da superfície – é preciso orientar o que estamos cortando de uma maneira muito melhor. “

Universidade de Washington cirurgião Dr. Richard Satava prevê na próxima cirurgia de 40 a 50 anos vai ser completamente automatizado. O papel do cirurgião irá evoluir para incluir a gestão de um sistema de informação completo construído em torno do ambiente cirúrgico. “O futuro da tecnologia e da medicina em geral, não está no sangue e tripas, mas em bits e bytes”, diz ele.

Mãos robóticos através da água

A última palavra em cirurgia robótica seria a integração de robôs cirúrgicos daVinci de estilo com as tecnologias de telemedicina que permitem que os profissionais médicos para consultar, auxiliar, supervisionar, ou treinar os seus homólogos em locais distantes.

Intuitive Surgical diz o daVinci é teoricamente capaz de cirurgia de longa distância, mas não é o foco atual da empresa. Mas em termos de experimentação, operações remotas datam mais de uma década.

roboPaciente que está sendo dada uma consulta através de um robô de cabeceira. Image: InTouch Saúde

O primeiro transatlântico cirurgia robótica teve lugar em Setembro de 2001, quando as equipes de cirurgiões ligada opticamente de fibra em Nova York e Estrasburgo, França, roboticamente removida a vesícula biliar de uma mulher de 68 anos de idade usando braços robóticos construído pela Computer Motion ( posteriormente adquirida pela Intuitive Surgical). Arquiteto-chefe e inventor do robô, Yulun Wang, mais tarde fundou InTouch Health, fabricante da RP-7i.

Essa tecnologia pode ser mais útil para a formação de cirurgião para assistência direta ao paciente, mas existem aplicações mais rotineiras miríade de hoje em que os robôs não só pode melhorar a assistência ao paciente, mas também reduzir drasticamente seus custos e aumentar seu alcance a comunidades remotas. É aí que a RP-7i entra.

Robôs de presença remota trazer de cidade grande know-how para as clínicas pequenas cidades e centros de trauma. O impacto pode ser no caso de situações de emergência, tais como acidente vascular cerebral ou ataque cardíaco, onde um diagnóstico rápido e início do tratamento é crítica para salvar coração ou do cérebro função de poupança de vida.Telemedicina aumenta o acesso do público a conhecimentos avançados, ajudando a reduzir o custo total do atendimento.Médicos de cuidados críticos em grandes centros de trauma pode avaliar remotamente as vítimas de acidentes e, muitas vezes, eliminar a necessidade de transportá-los para hospitais maiores.

O sistema de RP-7i possui uma ou mais estações de controlo médico ligados sem fios a que a empresa chama de “ponto final”: um console / carrinho médica móvel com controle remoto coberto por uma tela de vídeo de alta definição e câmera. O robô permite bidirecional médico-a-médico e médico-paciente comunicação e visualização. Ele é equipado com um conjunto de instrumentos médicos básicos para permitir o monitoramento remoto dos sinais vitais. O médico de consultoria pode observar o comportamento do paciente, verificar monitores de cabeceira, conversar com os membros da família, ou rever imagens médicas com o paciente. Através de seu homólogo robótico, o médico remoto pode viajar de sala em sala e posto de enfermagem para revisar os planos de cuidados.

Com os médicos em pequenas quantidades, especialmente em áreas rurais, tecnologias que os ajudem a estar em dois lugares ao mesmo tempo vai certamente ser parte da paisagem de cuidados de saúde de amanhã. Como Wang diz: “Temos de inovar a nossa maneira de sair deste problema.”

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