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Netflix global, Amazon premiada: quem leva a melhor nos streamings?

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“Jessica Jones” e “The Man in the High Castle” foram as séries mais vistas do Netflix e da Amazon, respectivamente, entre setembro e dezembro.

 

2016 promete ser um ano decisivo para os serviços de vídeo on demand – e acirrar ainda mais o cabo de guerra entre Netflix e a Amazon, que comercializam tanto séries próprias quanto de outras produtoras e emissoras. O primeiro anunciou sua expansão, enquanto a segunda garantiu pela segunda vez consecutiva o prêmio de melhor série de comédia no Globo de Ouro, com “Mozart in the Jungle”.

Em uma estratégia agressiva, o Netflix passou a atingir mais de 190 países no início de janeiro. Ficou de fora a China, um dos maiores mercados do mundo – mas ainda tenta negociar sua entrada por lá. E, acompanhando a expansão, o orçamento de programação do serviço também ficou mais gordo: US$ 5 bilhões, o dobro do gasto pela HBO, dona do sucesso “Game of Thrones”.

Boa parte desse dinheiro deve ser destinada a conteúdos próprios. Só em 2016, o Netflix deve lançar ao menos 81 produções próprias, entre séries, filmes e infantis. Estão inclusos o novo fruto da parceria com a Marvel, a série “Luke Cage”; a continuação de “Três é Demais”, “Fuller House”; e séries locais, como a ficção brasileira “3%”.

Sem o mesmo alcance global do Netflix, a Amazon é seu concorrente mais forte, apesar de o Amazon Prime Instant Video estar disponível apenas nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Áustria e Japão. Também investindo em conteúdo próprio, a varejista prepara para 2016 uma série escrita e dirigida por Woody Allen, ainda sem nome, e uma produzida pelo ator Bryan Cranston, “Sneaky Pete”.

globo-de-ouroEm termos de assinantes, é difícil comparar os dois, principalmente porque o Amazon Prime é um serviço que oferece outras vantagens aos usuários, incluindo entregas com frete grátis, streaming de músicas e espaço online para armazenamento de fotos. A varejista não divulga seus números oficiais, mas de acordo com pesquisa do banco de investimentos Cowen citada pela revista “Fortune”, o serviço dela contava com 41 milhões de assinantes em dezembro, só nos EUA. Já o Netflix afirma ter 75 milhões de usuários, no mundo todo.

No caso, talvez, seja melhor comparar o uso de banda larga pelos serviços, em que o Netflix sai na frente. Um relatório da empresa canadense Sandvine divulgado em maio de 2015 pela “Variety” apontou que, nos horários de pico, o Netflix responde por 36,5% do tráfego na América do Norte – mais do que o YouTube e o Amazon Instant Video juntos. O serviço rival, aliás, ficou com a modesta parcela de 2%.

Audiência e premiações
Nenhuma das empresas revela a audiência de suas produções, mas o executivo Alan Wurtzel, da emissora norte-americana NBC, fez uma tentativa recentemente. Ele divulgou números baseados em uma pesquisa conduzida pela empresa Symphony entre os meses de setembro e dezembro de 2015, com usuários entre 18 e 49 anos – faixa que mais interessa aos publicitários nos EUA. Segundo esses dados, “Jessica Jones”, da Marvel, foi a mais assistida no Netflix, com 4,8 milhões de espectadores; já no Amazon Prime, “The Man in the High Castle” foi o maior sucesso, com 2,1 milhões. Mas Ted Sarandos, diretor de conteúdo do Netflix, chamou os números de “incrivelmente imprecisos” e afirmou que a empresa não mede especificamente os usuários da faixa 18-49.

Os dois serviços também têm se destacado nas premiações. Nesse quesito, porém, a Amazon leva a melhor, tendo recebido duas vezes o Globo de Ouro de melhor série de comédia e de melhor ator em série de comédia, para Jeffrey Tambor (“Transparent”, 2015) e Gael García Bernal (“Mozart in the Jungle”, 2016).  A empresa ainda saiu com prêmios importantes no Emmy 2015, como de melhor direção para Jill Soloway, de “Transparent”.

Apesar de acumular um grande números de indicações em ambas premiações, o Netflix só foi reconhecido em categorias técnicas e de atuação, com prêmios para Uzo Aduba (“Orange is The New Black”), Robin Wright e Kevin Spacey (ambos por “House of Cards”).

Brasil loves Netflix
Sem concorrência no setor de streamings, o Netflix reina absoluto no Brasil – e já supera até emissoras abertas. De acordo com o colunista do a empresa faturou R$ 1,1 bilhão no Brasil no ano passado com seus 4 milhões de assinantes. O valor corresponde a cerca de R$ 250 milhões a mais do que a previsão mais otimista de faturamento do SBT em 2015 (R$ 850 milhões).

O país também já foi apontado em pesquisas como o quarto maior mercado do Netflix, atrás de Estados Unidos, Reino Unido e Canadá. Não à toa, o CEO Reed Hastings referiu-se ao Brasil como o “foguete” da empresa.

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Disney adia estreia de oitavo “Star Wars”2

 

Os fãs de “Star Wars” vão ter que esperar um pouco mais para ver a sequência da história. A Disney anunciou que a estreia do “Episódio VIII” será em 15 de dezembro de 2017, não mais em 26 de maio, como era previsto.

“Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força” estreou em 17 de dezembro de 2015 e já arrecadou US$ 1,87 bilhão em todo mundo, tornando-se o terceiro filme de maior bilheteria da história, atrás apenas de “Titanic” e do campeão “Avatar”. Nos Estados Unidos, o longa já chegou ao primeiro lugar.

O novo filme retomou a saga cerca de 30 anos depois da derrota do Império Galáctico, mostrada em “O Retorno de Jedi”, mas a galáxia agora está sob uma nova ameaça: a Primeira Ordem, que tenta acabar com as forças da resistência. Três novos heróis entram nesta batalha: a catadora de lixo Rey (Daisy Ridley), o stormtrooper desertor Finn (John Boyega) e o piloto da resistência Poe Dameron (Oscar Isaac).

O “Episódio VIII” está em pré-produção e começa a ser filmado em Londres em fevereiro. Rian Johnson (“Looper: Assassinos do Futuro”) assina a direção e o roteiro. J.J. Abrams, que dirigiu “O Despertar da Força”, volta apenas como produtor executivo.

“Piratas do Caribe”

Além da saga espacial, o novo filme da franquia “Piratas do Caribe”, “Os Mortos Não Contam Histórias”, também passou de 7 de julho de 2017 para 26 de maio de 2017.

No filme, Johnny Depp volta ao papel do capitão Jack Sparrow, ao lado de Geoffrey Rush e Orlando Bloom como Barbossa e Will Turner, respectivamente. Javier Bardem estreia na franquia como o novo vilão, capitão Salazar. A dirção é de Joachim Rønning e Espen Sandberg (“Expedição Kon Tiki”).

Com as mudanças feitas pela Disney, a Sony adiantou o novo filme do Homem-Aranha para a antiga data de “Piratas do Caribe”, em 7 de julho, três semanas antes do previsto.

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Korn regressam a Portugal para atuar no Rock in Rio

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Está completo o lineup do Palco Mundo para o dia 27 de maio.
Os Korn são a mais recente confirmação no cartaz do Rock in Rio 2016. A banda norte-americana regressa a Portugal para atuar num dos maiores festivais de rock do mundo, no dia 27 de maio.

A organização do evento confirma também a presença da banda Rival Sons, que atua pela primeira vez no país, que atuará no mesmo dia que os Korn, bem como dos Hollywood Vampires.

As três bandas encerram, assim, o lineup do Palco Mundo para dia 27 de maio.

Além de Rival Sons, Korn e Hollywood Vampires, o Palco Mundo recebe, também, o espetáculo Rock in Rio – O Musical. A adaptação de uma super produção que já passou pelos teatros do Rio de Janeiro e São Paulo é inspirada na história do maior evento de música e entretenimento do mundo e conta com a participação de cerca de 40 talentos, entre os quais atores e bailarinos, prometendo transportar os fãs numa viagem de 30 anos acompanhando, através da música, a jornada do festival pelo Brasil, Portugal, Espanha e Estados Unidos.

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