O que são os Antioxidantes e para que servem?

Os antioxidantes combatem os radicais livres, mantendo a saúde da pele, retardando o envelhecimento e prevenindo doenças. Saiba mais

O que são os antioxidantes?

Por definição, antioxidantes são substâncias capazes de atrasar ou inibir a oxidação de um substrato oxidável. O papel dos antioxidantes é proteger as células sadias do organismo contra a ação oxidante dos radicais livres.

Relação radicais livres x antioxidantes

Os radicais livres (agentes oxidantes) são moléculas que, por não possuírem um número par de elétrons na última camada eletrônica, são altamente instáveis. Estão sempre buscando atingir a estabilidade travando reações químicas de transferência de elétrons (oxi-redução) com células vizinhas. Apesar de fundamentais para a saúde, quando em excesso, os radicais livres passam a oxidar células saudáveis, como proteínas, lipídios e DNA.

O ataque constante leva à peroxidação lipídica (destruição dos ácidos graxos poli insaturados que compõem as membranas celulares). A intensificação no processo de peroxidação lipídica, por sua vez, está associada ao desenvolvimento de doenças crônicas, como a aterosclerose, a obesidade, o diabetes, a hipertensão, e o desenvolvimento de doenças degenerativas, como o Alzheimer e o Parkison, e alguns tipos de câncer.

A importância dos antioxidantes está justamente no fato de que estes são capazes de regular a quantidade dos radicias livres no organismo.

Uma dieta rica no consumo de antioxidantes colabora para a redução da situação de estresse oxidativo (desequilíbrio entre os níveis de radicais livres e antioxidantes)

Sistemas de defesa antioxidante

Sistema enzimático (endógeno): formado por um conjunto de enzimas (o superóxido dismutase, a catalase e a glutationa) produzidas naturalmente pelo organismo.  Contudo, a eficiência deste sistema de produção tende a diminuir com o passar dos anos. Portanto, é importante manter a qualidade do segundo sistema de defesa, o não-enzimático, através da ingestão de alimentos ricos em antioxidantes.

Sistema não-enzimático (exógeno): composto por grupos de substâncias como vitaminas, substâncias vegetais e sais minerais que podem ser ingeridos através da dieta alimentar.

Os antioxidantes atuam de duas formas sob os radicais livres: inibindo sua formação e reparando as lesões já causadas. A primeira está relacionada à inibição de reações em cadeia que envolvem sua formação; e o segundo, na remoção de células danificadas, seguida da reconstituição das membranas celulares.

Os antioxidantes também interceptam os radicais livres e impedem o ataque destes sobre os lipídeos, aminoácidos, proteínas, ácidos graxos poli insaturados e bases do DNA, protegendo as células de lesões. Antioxidantes obtidos através da dieta (vitaminas, flavanoides e carotenóides, entre outros) são fundamentais neste processo.

O corpo humano possui dois sistemas de autodefesa antioxidantes: o sistema enzimático (endógeno) e o não-enzimático (exógeno).

Alguns antioxidantes, como a vitamina E, são solúveis em lipídios (lipossolúveis) e protegem as membranas celulares da peroxidação lipídica, colaborando para a remoção de danos e para a reconstituição da membrana celular.

O sistema de autodefesa endógeno, no entanto, tende a ser reduzido com o processo natural de envelhecimento, pois a produção das enzimas antioxidantes vai perdendo sua eficiência com o passar dos anos.

Os principais antioxidantes do sistema não-enzimático são:

• Beta-caroteno e Licopeno: são carotenoides, corantes naturais presentes nas frutas e nos vegetais. Atuam como antioxidantes, pois sequestram o oxigênio, reduzindo a disponibilidade de radicais livres para realizarem reações oxidativas. Estão associados à prevenção de carcinogênese e aterogênese, por serem capazes de proteger moléculas como lipídios, proteínas e DNA de sofrerem oxidação. Além disso, são percursores da vitamina A no organismo.

Onde encontrar: são encontrados em alimentos avermelhados, alaranjados e amarelados, como cenoura, tomate, laranja, pêssego, abóbora; e em vegetais verde-escuros, como brócolis, ervilha e espinafre.

• Curcumina: é um pigmento que ocorre naturalmente nas raízes da cúrcuma. Muito usada como tempero na culinária indiana, a cúrcuma sequestra os radicais livres e inibe a danificação dos ácidos graxos poli insaturados das membranas celulares.

Onde encontrar: Cúrcuma, açafrão e curry.

• Flavanoides: os flavanóides são um conjunto de substâncias produzidas naturalmente por vegetais para colaborar na proteção contra a radiação solar e combater organismos patógenos. Têm a capacidade de inibir a atividade das enzimas responsáveis pela produção dos radicais livres, evitando portanto, sua formação.

Onde encontrar: são encontrados em frutas, como uva, morango, maçã, romã, mirtilo (blueberry), framboesa e em outras frutas de coloração avermelhada; em vegetais como brócolis, espinafre, salsa e couve; nas nozes, soja, linhaça; além de serem encontrados em bebidas, como no vinho tinto, chás, café e cerveja, e até no chocolate e no mel.

• Vitamina A (retinol): a vitamina A tem a capacidade de se combinar com alguns radicais livres, antes que estes provoquem lesões. A vitamina A também participa no processo de produção da pele.

Onde encontrar: em alimentos de origem animal, como leite integral e fígado de boi. Aqueles que não consomem produtos de origem animal devem consumir os vegetais que contém altas concentrações de betacaroteno e licopeno, pois estes são percursores da vitamina A no organismo.

• Vitamina C (ácido ascórbico): solúvel em água (hidrossolúvel), portanto, reage com radicais livres disponíveis em meio aquoso, como o que existe no interior da célula. A vitamina C também é capaz de regenerar vitamina E e de manter as enzimas do sistema antioxidante endógeno em estados reduzidos, poupando principalmente a glutationa.

Onde encontrar: em frutas: melão, melão cantaloupe, frutas cítricas (laranjas, limões, tangerinas) kiwi, manga, mamão, abacaxi, mirtilo (blueberry), morango, framboesa e oxicoco (cranberry); e em vegetais: brócolis, couve flor de bruxelas, couve flor, pimentão vermelho e verde, espinafre, batata, batata doce, moranga e tomate.

• Vitamina E (tocoferois): a vitamina E é um conjunto de tocoferois, sendo o mais importante como agente antioxidante, o alfa-tocoferol. A vitamina E é solúvel em gordura (lipossolúvel), portanto, atua protegendo as membranas celulares (formadas por lipídios) da ação dos radicais livres. Também protege as lipoproteínas de baixa densidade (LDL) que atuam no transporte do colesterol.

Onde encontrar: óleos vegetais e derivados, folhas verdes, oleagionosas (castanha do pará, avelã, amêndoa, nozes) e sementes, cereais integrais e vegetais folhosos: espinafre, agrião, rúcula, entre outros.

• Cobre: essencial para o bom funcionamento do sistema de auto defesa endógeno, pois influencia a ação da enzima superóxido dismutase.

Onde encontrar: miúdos, frutos do mar, cereais integrais e em vegetais verde-escuros.

• Selênio: atua em conjunto com a vitamina E, combatendo a ação dos radicais livres. Colabora também para a formação normal da tireróide.

Onde encontrar: em produtos de origem animal, como miúdos e frutos do mar; em alimentos de origem vegetal, como cererais integrais e castanha do pará.

• Zinco: da mesma forma que o cobre, influencia a atuação da enzima superóxido dismutase.

Onde encontrar: alimentos de origem marinha, como ostras, lagosta, caranguejo. Em outros produtos de origem animal, como carne vermelha e carne de aves, leite e derivados. E em produtos de origem vegetal: feijões, nozes e grãos integrais.

Suplementos vitamínicos

Dessa maneira, é fundamental manter a qualidade do sistema de defesa antioxidante exógeno através da ingestão de antioxidantes.

Uma vez que as pessoas têm necessidades vitamínicas diferentes, tomar vitaminas em cápsulas pode não ser recomendável em todos os casos .

Apesar da ampla variedade de suplementos vitamínicos no mercado, é indicado que a suplementação seja feita apenas com base em uma recomendação médica, seguida de devido acompanhamento profissional.

Fonte: Ecycle

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Descoberta genética pode abrir a “caixa preta” da esquizofrenia

Estudo que identifica gene ligado à doença nos jovens, publicado na ‘Nature’, é saudado como um marco para a pesquisa de novos tratamentos

Cientistas americanos descobriram que o risco de esquizofrenia nos jovens está ligado a um determinado gene do sistema imunológico que controla o processo conhecido como “poda sináptica”, a redução de células de conexão cerebral que não são mais necessárias ao corpo. Publicada na última quarta-feira (27) no periódico Nature, o estudo foi recebido como um importante marco no desenvolvimento de métodos para o diagnóstico precoce da doença e novos tratamentos.

Realizada por neurocientistas e geneticistas de Harvard e do Massachusetts Institute of Technology(MIT), a pesquisa analisou 29.000 casos de esquizofrenia, 36.000 pessoas sem a doença e 700 cérebros de pacientes que morreram em decorrência da esquizofrenia. Eles colheram informações de cerca de 22 países do globo e identificaram, durante a pesquisa, o papel decisivo do gene C4 (ou componente complementar 4).

Localizado no cromossomo 6, o gene C4 sinaliza quais sinapses – conexões cerebrais que transmitem dados de um neurônio a outro – devem ser eliminadas durante o processo normal de “poda sináptica”. O que os pesquisadores perceberam foi que, em pacientes com esquizofrenia, uma única variação do C4 na sequência do DNA pode levar à eliminação de células que deveriam continuar em funcionamento, resultando em perda de massa cinzenta. “O gene está marcando sinapses demais, e elas estão sendo devoradas” explicou Beth Stevens, neurocientista do Children’s Hospital and Broad e co-autora da pesquisa.

“Pela primeira vez a origem da esquizofrenia não é mais uma completa ‘caixa preta’. Estudos recentes sobre o mecanismo biológico do câncer têm levado a muitos novos tratamentos”, disse Eric Lander, diretor do Board Institute, instituto do MIT que liderou as pesquisas. A esquizofrenia, que tem como principal sintoma a psicose, afeta mais de 25 milhões de pessoas no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). O estudo publicado na Nature não indica que a cura da doença esteja próxima – seus mecanismos patogênicos ainda intrigam médicos e cientistas -, mas traz informações importantes para outras pesquisas nos campos da neurociência e genética.

Fonte: Veja

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Número de casos de zika em 2016 pode chegar a 4 milhões, estima OMS

OMS manifestou preocupação com a forma explosiva como o zika vírus está se espalhando pelas Américas. Doença já atinge 23 países.

A Organização Mundial da Saúde manifestou nesta quinta-feira (28) a preocupação com a forma explosiva como o zika vírus está se espalhando pelas Américas.

A doença já atinge 23 países e o número de casos este ano pode chegar a quatro milhões. A reportagem é da correspondente da GloboNews em Genebra, Bianca Rothier.

A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde foi clara: “O nível de preocupação é extremamente alto”.

Pelas estimativas da OMS, entre três e quatro milhões de pessoas vão ser infectadas pelo zika vírus, nas Américas, em 2016. O Brasil é o país mais atingido: até 1,5 milhão de brasileiros podem ter contraído o vírus no ano passado. Nem todos apresentaram sintomas.

Segundo a OMS, a doença já está presente em mais de 20 países das Américas. As exceções são o Canadá e o Chile.

A diretora da OMS disse que não vai esperar as pesquisas científicas confirmarem a relação direta do zika com a microcefalia, uma má formação no cérebro dos bebês. “Temos que tomar ações agora”, disse Margaret Chan.

No Brasil, o Ministério da Saúde confirmou essa relação em novembro. Mais de três mil casos suspeitos de microcefalia estão sendo investigados. As consequências do zika vírus já levaram vários países a recomendar que as mulheres adiem a gravidez.

Na segunda-feira (1°), especialistas da Organização Mundial da Saúde vão decidir se o zika deve ser tratado como uma emergência internacional. A última vez que a OMS fez uma declaração assim foi por causa do vírus ebola, que matou mais de 11 mil pessoas no Oeste da África.

Em meio ao temor global sobre os riscos do zika vírus, o Comitê Olímpico Internacional disse nesta quinta-feira (28) que está monitorando de perto a situação para garantir a saúde dos atletas e do público dos Jogos do Rio de Janeiro.

De passagem por Atenas, o presidente do COI, Thomas Bach, lembrou que a competição vai ser realizada no inverno, quando as condições são menos favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti em comparação com o verão.

Mas a OMS avisa: o fenômeno meteorológico El Niño pode influenciar o clima. Os especialistas concordam em um ponto: é fundamental agilizar as pesquisas.

Também nesta quinta-feira (28), os Estados Unidos anunciaram que os testes de vacinas contra o zika em humanos devem começar no fim do ano. Mas as autoridades americanas deixaram claro que pode levar anos até que as vacinas cheguem a quem precisa.

Fonte: Jornal Nacional

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Crioterapia: como são as sessões abaixo de zero que encantam atletas e famosos?

Crioterapia

Técnica consiste em entrar por dois ou três minutos em um tanque de gás de nitrogênio, a temperaturas de até 150ºC negativos.

Chelsea Ake-Salvacion trabalhava havia três anos em um centro de beleza em Las Vegas, nos Estados Unidos, que oferecia tratamentos de crioterapia. A técnica consiste em uma exposição de poucos minutos a temperaturas abaixo de zero, o que traria benefícios para a saúde.

Há pouco mais de um mês, a jovem de 24 anos estava sozinha à noite no estabelecimento e decidiu experimentar uma das câmaras de crioterapia. Segundo autoridades, morreu congelada depois de ficar presa no equipamento “durante pelo menos 10 horas”.

Sua morte abriu um debate nos Estados Unidos sobre a segurança desta técnica pouco estudada, e que nos últimos anos vem ganhando popularidade entre esportistas de elite e estrelas de Hollywood.

Seus defensores asseguram que a crioterapia serve para o tratamento de dores corporais e acelera a recuperação física, além de emagrecer, melhorar o sistema imunológico, retardar o envelhecimento e aumentar a disposição.

Os supostos benefícios não são consenso, no entanto, entre membros da comunidade científica.

150 graus negativos

A chamada crioterapia do corpo completo consiste em entrar durante dois ou três minutos em um tanque cilíndrico ou numa câmara similar a uma sauna a vapor que se enche de gás de nitrogênio, chegando a temperaturas de até 150ºC negativos.

Foi desenvolvida nos anos 1970, no Japão, pelo médico Toshima Yamauchi, que começou a usar a técnica no tratamento de pacientes com artrite reumatoide.

A crioterapia do corpo completo é diferente da crioterapia simples, uma técnica médica reconhecida que consiste em aplicar nitrogênio líquido em algumas partes do corpo para, por exemplo, matar tecidos cancerosos.

Centros de beleza se espalharam, nos últimos anos, pelas principais cidades dos Estados Unidos, oferecendo sessões por 60 dólares.

Crioterapia

É comum que atletas de alta performance tomem banhos de gelo após partidas, a fim de acelerar sua recuperação

Se, tradicionalmente, esportistas de elite mergulham em banhos de gelo após partidas para acelerar sua recuperação física, hoje alguns têm substituído a prática por sessões crioterápicas – mesmo não havendo estudos decisivos sobre a efetividade desta técnica.

Após a morte de Chelsea Ake-Salvacion, as autoridades de Nevada prometem investigar os níveis de segurança desta técnica e seus aparatos.

Segundo o jornal The New York Times, o caso de uma mulher que afirma ter sofrido queimaduras de terceiro grau dentro de uma das câmaras será levado a um tribunal no Texas, neste mês de janeiro.

CRIOTERAPIA

‘Um pouco de medo’

Seth Abramovitch, jornalista da revista The Hollywood Reporter, ouviu falar pela primeira vez da crioterapia no ano passado, quando estava preparando uma reportagem sobre os tratamentos usados por famosos para retardar o envelhecimento.

“Esses modismos e tratamentos meio loucos costumam ser lançados em Los Angeles e em Hollywood, em particular. Têm mais a ver com a medicina alternativa que com outra coisa”, disse Abramovitch à BBC Mundo.

O jornalista teve a chance de provar a técnica em um dos centros mais populares de Los Angeles.

“Dá um pouco de medo, porque uma vez que você está dentro da câmara ela começa a se encher de gás de nitrogênio e não se consegue enxergar nada”, diz.

“Aí a umidade do seu corpo se evapora. Você não pode estar vestindo nada, porque o suor que fica na roupa se congelaria e as peças se colariam a seu corpo. Você se sente vulnerável pelado ali. Eu pensava no que aconteceria se a porta travasse… senti medo.”

Ele continua: “A temperatura baixa afeta o corpo de repente e ele entra em estado de choque. Ao sair da câmara você sente o corpo quente e a pele descascando”.

Abramovitch assegura que não notou nenhum benefício em particular, ainda que os responsáveis pelo centro de crioterapia tenham dito que a técnica só é efetiva depois de o paciente se submeter a no mínimo duas sessões.

Fonte: BBC News

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Entenda mais sobre a Cerveja e a Ressaca

Você trabalha a semana inteira e não vê a hora de chegar o final de semana e se esbaldar em um copo de cerveja. Um não, vários!
O problema geralmente não é esse, é o dia seguinte, afinal de contas, quem nunca perdeu um dia inteirinho de descanso sofrendo por conta daquela maldita ressaca?
Pare pra pensar! Se você entendesse o que acontece com o seu corpo durante a bebedeira seria mais fácil de amenizar as consequências do maldito porre. Pensando nisso resolvemos separar algumas dicas de especialistas. Então, vamos lá!
1. Primeiro gole
Alguns segundos após o primeiro gole de cerveja ela chega ao seu estômago e lá é absorvida pela corrente sanguínea, em seguida ela viaja por todo seu corpo passando pelo cérebro e pelos seus músculos.
2. Poucos minutos depois
A mensagem é decodificada pelo cérebro que entende que aquele líquido é um veneno e tenta se livrar dele o mais rápido possível mandando mensagens para outros órgãos. Seu estomago neste momento está tentando reparar os danos e remover o álcool do organismo através da criação de enzimas para combatê-lo.
3. Após alguns copos
O estômago está ficando cheio e o cérebro já avisou o rim que ele deve filtrar cada vez mais sangue para ficar preparado e tentar expulsar esse líquido do seu corpo.
4. Aproximadamente 30 minutos depois
Geralmente você começa a sentir os primeiros efeitos do álcool entre 20 e 30 minutos após o começo da ingestão do mesmo. Sentimentos de felicidade e bem estar fazem com que você consuma cada vez mais cerveja e faça com que o rim continue filtrando sangue e expelindo cada vez mais água do corpo o que faz com que o percentual de álcool no organismo aumente, logo você começa a ficar mais bêbado.
5. Parada para o banheiro
Aproximadamente 40 minutos à uma hora depois que você começou a beber, é quando você precisa ir ao banheiro. Note, que este primeiro xixi é mais amarelo do que os outros, isso porque ele carrega algumas impurezas do sangue.
Depois disso, provavelmente você precisará urinar com mais frequência, e a urina será mais clara, porque seu corpo está expelindo somente água. É nessa hora que o problema começa e você deve ficar atento, porque quanto mais você bebe, mais o organismo joga água pra fora e mais o teor de álcool no organismo aumenta, deixando-o grogue, ou seja, o álcool é um diurético e faz com que a bebida vá diretamente para a bexiga, e isso faz você ficar cada vez mais desidratado.
6. Hora da alegria
Geralmente leva entre 45 e 90 minutos, dependendo da pessoa, para que o álcool no sangue atinja o seu pico. Se você parar de beber nesse momento, provavelmente você sentirá sono, isso porque o seu corpo já está bem desidratado e o cérebro então resolve te apagar para que ele e os outros órgãos consigam lidar melhor com o álcool que está no seu sangue.
7. O dia seguinte
Quando você acorda, provavelmente sentirá muitos dos sintomas de uma ressaca, como dores de cabeça, tontura, palidez e tremores, isso porque durante o sono, o cérebro não parou e foi buscar água em outros órgãos para combater o álcool presente no organismo causando ainda mais desidratação ao seu corpo.  Caso os resquícios do álcool ainda estejam presentes, é muito comum que você se sinta enjoado o que geralmente ocasiona os vômitos, que nada mais é do que outra defesa do organismo para tentar livrá-lo deste “veneno”.
Mas nem todas as pessoas são iguais, correto? Então quais são os fatores que determinam quanto uma pessoa vai aguentar mais do que a outra?
A. Estar bem alimentado
Se o seu estômago estiver forrado, ou seja, você se alimentou antes de beber, será mais demorado o processo, pois o álcool tem dificuldade de entrar no sangue pois o alimento também está sendo absorvido.
B. Homens vs Mulheres
As mulheres processam o álcool mais lentamente do que os homens, porque os homens tem mais tecido muscular e o tecido muscular tem uma alta taxa de água que ajuda a diluir o álcool no organismo.
C. Idade e experiência
Antigamente você tomava dois copinhos e já ficava feliz, né? Normal, com a idade e a experiência no levantamento de copo, o corpo e o fígado se acostumam com a presença do álcool e consegue processá-lo cada vez mais rápido. Ou seja, eles não são mais pegos de surpresa, estando preparados.
D. Seu comportamento influencia
Se você está estressado você tem um aumento dos níveis de hormônios no corpo que afetam o metabolismo e consequentemente a taxa de absorção do álcool.
Agora que você entende como o seu corpo funciona, fica mais fácil de prevenir aquela ressaca infernal. Não tem segredo é só ajudar o seu organismo bebendo um copo d’água toda vez que você for ao banheiro. Simples não? Então só guardar essa regra:
A cada mijada, um copo d’água.
E bons porres a todos nós!
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6 Dicas pra melhorar a saúde sexual

Especialista desvenda mitos e dá dicas precisosas para manter “tudo em cima” debaixo dos lençóis

O que não falta são artigos médicos e palestras sobre o que funciona e o que é inútil de A a Z para diversas condições de saúde, especialmente a saúde sexual masculina. Aliás, um assunto que parece nunca sair de pauta. Sim, é possível dar um up na sua vida sexual através de dietas, mudanças no seu estilo de vida ou suplementos, contanto que sejam regulados e seguros.
Quando o assunto é saúde, é sempre bom ir com cuidado: há uma oferta enorme de tratamentos fajutos que não valem nada por aí — e se perder não é difícil. Desde dietas do momento até medicinas alternativas, separamos os fatos da ficção pra tentar te explicar por que as coisas funcionam ou não. Confira a seguir e não deixe a peteca cair!
C
1. Coração saudável = pênis saudável
Já não existe mais nenhuma forma direta de afirmar isto — médicos gostam de dizer que o pênis é o barômetro da saúde de um homem, e isto é bem verdade.
Os vasos sanguíneos que alimentam os órgãos sexuais são milimétricos; já os que estão mais próximos ao coração são bem maiores, e os que passam pelo seu pescoço rumo ao cérebro são ainda maiores. Sendo assim, quando uma doença coronária ocorre, os efeitos tendem a se manifestar primeiro nos órgãos sexuais,  já que eles possuem vasos menores e mais vulneráveis.  É por isso que quando um jovem é diagnosticado com disfunção sexual geralmente ele é encaminhado a um cardiologista — só para ter certeza de que todas as veias e vasos estão livres e desobstruídos. Colesterol alto? Opa! Pressão alta? Certeza. Falta de exercício? Pode apostar.
2. Dietas mediterrâneas 
Diversas pesquisas realizadas com homens que adotaram dietas mediterrâneas provaram que este tipo de comida pode melhorar a sua saúde sexual. É senso comum que todo tipo de dieta saudável para o coração tem essa habilidade, porém boa parte dos experimentos foram feitos com dietas ricas em azeite de oliva e peixe provenientes de indivíduos do mediterrâneo. Praticamente todas essas dietas são saudáveis para o coração: consumo moderado de álcool (foi mal galera), gorduras saudáveis, como azeite de oliva e peixe, frutas e vegetais, carnes magras, fibras e grãos.
3. Pistache 
Um estudo publicado em um prestigiado jornal médico em 2011 demonstrou que quando homens com disfunção sexual foram colocados numa dieta que incluía 100 gramas de pistache (pouco menos que uma xícara) por três semanas, seus níveis de colesterol caíram, e muitos aspectos de suas vidas sexuais melhoraram. Isto aconteceu provavelmente porque a noz de pistache é rica em gordura monoinsaturada (como o azeite de oliva), proteína (20 gramas a cada 100 gramas), potássio e apresenta baixos índices de sódio — fora que é livre de colesterol!
Além do mais, o pistache também traz fitosteróis e uma boa quantidade de fibras (10 gramas a cada 100 gramas); e trazem até arginina — o composto que pode ser convertido em óxido nítrico pelo organismo e ajudar a “abrir” alguns vasos sanguíneos. É claro que isso não significa que você precisa começar a comer 100 gramas de pistache diariamente. Mas se você optar por ele em vez do salgadinho ou da batata frita, com certeza será um extra na cama sem muito esforço.
4. Durma o suficiente 
Em 2011, o Journal of the American Medical Association (JAMA), um dos principais jornais médicos do mundo, publicou um estudo sobre homens — realizado pela Universidade de Chicago — que dormiam regularmente e tiveram o sono reduzido para cinco horas por noite durante cinco semanas. Eles descobriram que houve uma redução de 10-15% nos níveis de testosterona após uma leve redução do sono. Este fato é preocupante, já que a testosterona pode ajudar muitos homens a manter uma saúde sexual adequada, incluindo a libido e a função sexual. A diminuição da testosterona após a privação de sono foi tãp significativa que médicos já começaram a recomendar 7 a 8 horas de sono como forma de tratamento para a disfunção sexual.
5. Ginseng vermelho purificado da Coreia ou Ginseng Panax (KRG ou PPG) 
O que há de mais interessante sobre o ginseng é que há mais de 15 anos de testes clínicos por trás dele; mais que qualquer outro composto na história dos suplementos para a saúde sexual masculina. Ao que tudo indica, a planta aumenta a libido e a função sexual ao exercer sua influência em nosso cérebro além de nossos órgãos sexuais.
Pesquisas recentes apontam que este tipo de ginseng também pode melhorar os níveis de energia e cognição, além da saúde cerebral e até a memória. E o melhor de tudo: ele possui um fabuloso histórico de segurança. Na verdade, o único problema em comprar o ginseng vermelho da Coreia é que não existe controle de qualidade ou padronização adequada de seus princípios ativos.Isso equivale a mascar a casca do salgueiro (onde a aspirina foi encontrada pela primeira vez) na esperança de aliviar a dor de cabeça ou risco de ataque cardíaco — não daria muito certo. Diversas ervas disponíveis no mercado oferecem princípios ativos que realmente ajudam as pessoas, mas outros infelizmente não se dão ao trabalho de isolar os ingredientes importantes.
6. Altas doses de zinco e casca de Ioimbina
Muito se comenta sobre os benefícios do zinco, e a sabedoria popular aconselha doses grandes e regulares. Mas estas recomendação é equivocada. Na realidade, apenas em doses moderadas é que o zinco (10-30 mg) faz bem pra você — o excesso pode ter o efeito contrário e prejudicar sua saúde sexual. Um estudo feito em Harvard descobriu que quando homens tomam doses altas de suplementos de zinco eles acabam aumentando as chances de complicações na próstata, o que, por sua vez, tem um profundo impacto na saúde sexual.
Quanto à casca de Ioimbina, em 1998, o Journal of Urology publicou um artigo positivo sobre os estudos passados feitos com Ioimbina HCL, uma droga isolada da casca de Ioimbina, e vendida sobre prescrição, para disfunção erétil. Desde então houve um boom de produtos contendo casca de Ioimbina. Pode parecer uma ótima opção, porém o problema é que boa parte dos produtos que anunciam o fármaco como ingrediente principal apresentam, de fato, pouco ou nenhum ingrediente ativo. É por isso que ainda vale mais a pena tomar drogas sob prescrição do que tentar se tratar com produtos que oferecem casca de Ioimbina.
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Cientistas dizem ter criado camisinha que aumenta prazer

novas-camisinhas

Segundo a ONU o uso do preservativo com parceiros não regulares varia entre 80% em países como a Namíbia até 30% em muitos outros países

Cientistas indianos e americanos dizem ter desenvolvido um novo preservativo que, além de evitar o contágio pelo HIV, aumenta o prazer sexual.

A nova camisinha, de acordo com os pesquisadores, fará com que as pessoas queiram usar a proteção – em vez de simplesmente adotá-la por razões de segurança de saúde ou para evitar gravidez.

O preservativo foi desenvolvido por uma equipe de pesquisadores do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, e financiado pela Fundação Bill Gates.

Mahua Choudhury, pesquisadora do centro, disse à BBC que a ideia era criar um produto que protege o usuário e também ajuda a aumentar o prazer.

A nova camisinha tem uma substância gelatinosa reforçada com antioxidantes que atacam o vírus HIV caso ocorra um rompimento do preservativo, disse Choudhury.

Mas esses antioxidantes “também estimulam as terminações nervosas e, por isso, geram maior prazer sexual”, acrescentou a cientista.

Resistência

Choudhury lembra que muitas pessoas abrem mão dos preservativos por acharem que a camisinha reduz o prazer na relação sexual.

E dados da ONU indicam que, apesar de avanços nas duas últimas décadas, milhões de pessoas no mundo todo ainda não têm acesso à camisinha ou não utilizam a proteção devido a barreiras psicológicas e tabus sociais.

O Fundo para a População da ONU afirma que o uso de camisinha em relações com pessoas que não são parceiros(as) regulares varia de 80% em países como a Namíbia, na África, até menos de 40% em outros países – incluindo alguns com altas taxas de infecção pelo HIV.

Entre os jovens de 15 a 24 anos o uso de preservativos varia entre 80% em alguns países da América Latina até 30% em países a África Ocidental

camisinhas

Tabus culturais e barreiras psicológicas levam milhões de pessoas a não usar camisinha

Crenças populares e fatores culturais têm um papel importante no uso da camisinha.

Segundo Choudhury, o projeto do novo preservativo visa justamente criar um produto que faça com que mais pessoas se sintam motivadas a usar a camisinha.

“Isto faria com que as pessoas comprassem um produto que as protege mas também torna a relação sexual mais satisfatória”, disse.

O mais interessante, de acordo com a pesquisadora, é que não há nada parecido no mercado que ajude a prevenir de forma tão eficaz o HIV.

Nova geração

O novo preservativo é resultado de uma iniciativa da Fundação Bill Gates.

Há dois anos, Gates e sua esposa, Melinda, colocaram à disposição de empreendedores fundos de até US$ 100 mil para desenvolver uma “nova geração” de camisinhas mais finas e eficazes.

O centro de pesquisas da Universidade do Texas foi um dos beneficiados.

Choudhury disse que, até o momento, o preservativo ainda é um protótipo, mas já existe muito interesse. Ela acredita que o produto estará disponível no mercado dentro de um ano.

“Neste momento estamos criando (os preservativos) e logo será uma questão de acertar os detalhes”, disse.

E quanto ao preço, a pesquisadora afirmou que, uma vez que o preservativo comece a ser fabricado em larga escala, será uma questão de centavos de dólares.

Fonte: BBC News

 

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As 15 doenças mais frequentes no mundo do trabalho em 2015

Gripe

Espirro: comum nos escritórios, ar condicionado é o grande responsável pela alta incidência de rinite entre executivos

São Paulo – Não é apenas a economia do país que anda com a saúde mais frágil: o bem-estar físico dos executivos brasileiros também piorou no último ano.

É o que aponta uma nova pesquisa da operadora de saúde Omint, feita entre julho de 2014 e julho de 2015. Foram consultados 1.021 profissionais de média e alta gerência.

Segundo o estudo, das 15 doenças mais comuns no mundo corporativo, 12 registraram aumento de incidência neste ano.

A rinite é o mal mais comum: 32% dos executivos brasileiros convivem com o problema.

O motivo está no ar condicionado dos escritórios, diz Marcos Loreto, diretor médico da Omint. “A qualidade do ar nas empresas fica muito aquém da desejável, o que favorece o aparecimento da doença”, afirma o especialista.

As alergias de pele, por sua vez, são mencionadas por 23% e aparecem sobretudo por conta dos carpetes que revestem o piso da maioria dos escritórios.

Já as longas jornadas de trabalho, que dificultam a prática de exercícios, são o fator por trás do excesso de peso, problema que atinge 20% dos profissionais. entrevistados

Veja a seguir a tabela completa com a incidência das 15 doenças mais comuns em 2015, bem como a evolução dos registros em comparação a 2014:

Doença 2015 2014 Variação
Rinite 32% 30% 2%
Alergia de pele 23% 20% 3%
Excesso de peso 20% 18% 2%
Dor de pescoço/ombros 19% 16% 3%
Problema de visão 19% 15% 4%
Ansiedade 19% 18% 1%
Enxaqueca 18% 17% 1%
Colesterol alto 13% 11% 2%
Asma ou bronquite 11% 13% -2%
Insônia 9% 10% -1%
Depressão 8,15% 7% 1,15%
Pressão alta 8% 9% -1%
Dor nos braços/mãos 8% 7% 1%
Dor nas costas 7% 6% 1%
Tireóide 5% 4% 1%
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